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sábado, 12 de fevereiro de 2011

aquele soco no estômago que se faz necessário

O que acontece quando a indignação e o regozijo acontecem simultaneamente? Não entendo como podem pertencerem a um mesmo momento e arrasarem os pensamentos de quem os porta. Mas que essa mistura é um foguete que causa êxtase, é fora de questionamentos. Você quer isso? Quer saber o que provoca essa sensação de atino? Não vem em saquinhos, não se encontra nos bares [só falsificado, é claro] e nem mesmo pode ser consumido rapidamente.

Posso dizer que dá para se dividir, aliás uma ótima maneira de aproveitar seus efeitos é ter com quem reparti-lo. Mas o prazer de aplicá-lo quando se está sozinha é incrivelmente satisfatório. Uma dica: lugares com pouca iluminação e sem interferências alheiras colaboram para que seja bem apreciado. A dose é única. Mas a convivência com quem já viveu esta experiência prolonga seus efeitos.

Vão ter aqueles pés no saco que vão criticar, dizer que é balela, que é uma porcaria. Então ofereça pra eles. Só isso. Se não gostarem, ao menos vão ter assunto de verdade pra discutirem depois. Aliás, ele está aí para ser polêmico sim. Virou popular, ganhou status e está na casa de muita gente. É coisa da malandragem, de trabalhador e de muito ricasso.

O preço ajuda, de R$ 2,50 a R$ 10,00. Depende da onde você consegue. E há os que pegam de graça. Demora um tempinho, mas o acesso é garantido. Afirmo que me fez bem, que me despertou instintos. Depois de hoje, recomendarei a todos que conheço. E por isso este post aqui no blog, pra dizer → assistam TROPA DE ELITE 2 [ <-- veja o trailer clicando no link]. É aquela luz nos olhos que todos precisamos, uma dose alta nas veias. Quando os créditos sobem, o torpor toma conta. Mas isso acontece!

"Só vive em paz, quem aprende a lutar", Capitão Nascimento.


domingo, 6 de fevereiro de 2011

um papo sobre chaves

Esse aí da foto é o meu chaveiro. Acho que depois dele, é só do meu celular que não desgrudo. Se bem que tem vezes que só eu saio com ele, a fazer piruetas na minha mão.

Levo a minha vida no meu chaveiro. É com ele que abro portas, guardo sonhos e a minha segurança. Casa e trabalho ao meu lado. E junto, alguns outros badulaques. Afinal, não é só de chaves que faz uma vida. 

Já tive vários acompanhantes para as minhas chaves. Boleadeiras, pedras do meu signo [no caso a Opala... um dos amuletos para os aquarianos], plaquinhas com algumas coisas de Jornalismo [minha profissão] e alguns mimos fofos feitos por uma amiga que é uma designer de acessórios incrível [gracias @livia_cadore].

Hoje levo três presentes junto comigo. Um é a mini Torre Eiffel que meu primo por adesão [ou seja, namorado da minha prima] me trouxe lá da Cidade Luz. O outro é uma placa de carro da Argentina, super clássica, com o meu sobrenome, que a prima mochileira Lisiane me presentou depois de sua viagem à Córdoba. 

O outro badulaque é um que, vou ser sincera, uso por consideração à vizinha que me presentou. É a letra M, sei lá.. acho brega. Há os que adorem, mas não faz lá o meu tipo. E ainda por cima é de um amarelo marca texto. Se a minha vizinha não me visse todo o dia, eu juro que guardava isso na gaveta.

Gosto tanto de chaveiros, eles dizem muito sobre seus donos. E como dizem, literalmente! Quando era pequena, e ficava sozinha [e trancada] em casa quando meus pais saiam para trabalhar, sabia quem era quem quando eles chegavam. O barulho do chaveiro do pai e da mãe me contavam quem estava subindo as escadas. Um ouvido treinado para essa particularidade, coisas de uma menina que sabia que devia parar de aprontar quando um de seus pais estavam prestes a passar pela porta.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

as pessoas com papel e caneta

                                        Descrição Profissional:  
                                            ler.  
                                            escrever.   
                                            fotografar.  
                                            criar.   
                                            improvisar.   
                                            impressionar.   
                                            informar.   
                                            trabalhar.

Interesses Profissionais:  
                                            escrever um pouco mais. 
                                            ler sempre.
                                            e ser lida por consequência!

Habilidades Profissionais:
                                             transformar vidas em histórias!



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

pula pipoca

Uma coisa deliciosa: PIPOCA.
Uma coisa que era para ser deliciosa: PIPOCA DE MICRO-ONDAS.

Pois bem, os milhos estourados são o meu êxtase alimentício. Como sempre. E não enjoo. Visto que eu tenho facilidade em desgostar de certas comidas por me alimentar só delas por um certo tempo, creio que só as pipocas tem me acompanhando nessas minhas variações de dieta.

Já teve um tempo que eu só conhecia a pipoca com o milho embalado no saquinho, que tirintava ao ser jogada na panela e se misturava ao óleo de cozinha. Depois vinha todo aquele ritual: tampar a panela, mexê-la um pouco fora do fogo, dar umas batidinhas com a colher e esperar. Esperar o poc... poc.. poc dos grãos se chocando contra as 'paredes' da panela. E, bingo, a tampa ganhando vida e se 'levantando' por causa da quantidade de pipocas que parecem teimar em sair da panela. Mesmo que não saísse grandes coisas, já valia a pena pela emoção.

Mas eu sempre desejava aquelas loucuras em formato de pipoca prensadas em saquinhos que explodiam em tamanho e perfume ao serem retiradas do micro-ondas. Primeiro, pela diversidade de sabores: queijo, manteiga, alho, chocolate, bacon, azeite, toque de chef... Segundo, pela praticidade e quase nada de sujeira. Mãããs, quebrei a cara [e a vontade] quando o cheiro bom [seja de um dos sabores listados aí] não correspondia ao gosto. A pipoca tinha cheiro de chocolate, e não gosto de chocolate.

Oh desgosto. E eu tentei, juro que tentei. Variei marcas, procurei novos sabores, até incrementei as pipocas... mas nada! Logo eu que detenho uma adoração por pipocas dei conta disso [e olha que por um booom tempo da minha vida adotei a dieta da tia Madonna e só almoçava e jantava pipoca. deve ser por isso que ela anda meio flácida hoje em dia. ou pode ser pq ela tem + de 50 anos tbm. Enfim...]. Mas mesmo assim, ainda não desisto. Hei de encontrar uma pipoca de micro-ondas para me fartar nos dias bons e ruins. E poupar de ficar lavando panelas e parar de investir no óleo e no sal.