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segunda-feira, 3 de junho de 2013

das mil vontades

Do nada
Se jogou no nada,
E de repente
Encontrou-se dentro de si.
— Marcos Filipe.   

quarta-feira, 29 de maio de 2013

das ânsias levadas ao longe

Vim me transfigurar em outros. Traficar mais palavras e quereres!
A Renuska transforma muito bem sentimentos em palavras ferozmente impressionantes. E como eu meu encaixo nestes dizeres. Se te cair bem, vai lá no A CALCULISTA.

Acho que um dia vou enlouquecer. Se é que já não enlouqueci.
Vou me enrolar em lembranças, em dias que já foram, vou mergulhar nesse emaranhado de sentimento, de "coisa-que-nunca-passou", de tudo, e vou pirar.
Vou ficar lá dentro, presa, perdida, louca.

Sempre que passo por um exemplo dessa sensação, me programo, automaticamente, pra que não seja a última e derradeira vez. Talvez tenha aprendido com o tempo. Uma espécie de treinamento de exército pra não morrer durante a guerra. A guerra que acontece aqui dentro.

Só que os tiros e as bombas daqui parecem sempre piores. Auto boicote. Sabotagem. Como se o eu "interno" odiasse quem o leva poraí, e estivesse fazendo de tudo pra destruí-lo. Como se não houvesse outra solução, senão o fim.

Acho que já tô enlouquecendo.
Se é que já não enlouqueci...

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ninguém morre só de tentar

Daquelas coisas que quero tanto dizer, mas os outros já fizeram brilhantemente por mim.
Texto da Renuska Celidonio, publicado no A CALCULISTA,  que dá vontade de tatuar na alma.


Tinha conseguido um gole do copo que cobiçou por tanto tempo.
E sentiu o gosto da possibilidade, mas sem matar a vontade de ter tudo pra si.

Custava a dormir, sempre tentando entender o que a mente parecia querer lhe explicar. Não era simples, e armadilhas tolas a pegaram no caminho.

Quando acordava, queria marcar um dia a menos no calendário, mas talvez pudesse ser um dia a mais.

Um dia a mais tentando superar, um dia a mais tentando mudar, um dia mais simplesmente tentando.

Ninguém morre só de tentar.



terça-feira, 25 de setembro de 2012

batismos de fogo

[trecho do delicioso texto 'Eu sinto muito, mas eu não sinto nada', da Clara Averbuck


Tive uns anos do cão. Só a gente sabe dos danos que essa vida nos causa. E eu, olha, eu fiquei totalmente danificada. Algumas pessoas deixam um rastro tão nefasto na vida de outras que não consigo ver de outra forma senão essa: um dano. Um rasgo. Um aleijão. 

E não, não passa. Nada passa. Tudo que nos acontece fica marcado de uma forma ou de outra em algum lugar. A gente pode até achar que passa, pode achar isso nos momentos bons, mas aquilo fica lá, entranhado em você. Trauma pode se manifestar em forma de raiva, de desprezo, pode virar uma repetição de padrão destrutiva, pode te deixar pra sempre com medo, pode te fazer ficar por demais destemido. 

O que consigo ver que aconteceu comigo é o seguinte: eu sequei. Me sinto toda esfarelada. Danificada. Rachada como um terreno arenoso onde é necessário um instinto filho da puta pra poder sobreviver. Até nasce uma coisinha ou outra ali, mas qualquer coisa mais delicada murcha e morre rapidinho. É assim que eu ando me sentindo. Calcificada por dentro. 


[leia o texto completo aqui]

sexta-feira, 22 de julho de 2011

são tempos difíceis para os sonhadores...

   Sempre digo que muito do que sou devo às pessoas que embarcaram nessa de compartilhar suas vidas e experiências comigo. Acredito que a gente absorve muito das pessoas que estão à nossa volta, o jeito é focar nas coisas boas.
   Tenho uma GRANDE sorte de sempre me munir de amigos maravilhosos ao meu lado. É com eles que aprendo muito. Algumas dessas partes de mim foram super bem influenciadas pela Gabriela Machado, essa guria com opiniões ardentes e com comentários geniais. A Faculdade de Jornalismo uniu nossos pensamentos e ainda intencionamos viver do Opinativo
   Enquanto isso, vamos emitindo nossas ideias para quem aceita nos ler. E é por isso que trafiquei aqui pro blog um texto que a Gabi publicou na sua página do Facebook. Sei bem como é passar pela situação descrita no comentário, muitos sabem!




Antes de entrar pra faculdade, eu achava que qualquer um podia ser jornalista, mas os muitos canetaços que eu tomei me fizeram mudar de opinião. Dominar a ortografia não é o suficiente. É preciso treinar a sensibilidade, lidar com gente mal-criadas, passar vergonha e fazer com que coisas chatérrimas fiquem interessantes o suficiente pra vender jornal. 

Meus colegas vão entender do que eu estou falando: é daquelas pessoas que acham que sabem comunicar tão bem quanto um profissional, e no final das contas, são incapazes de julgar se um texto é bom ou ruim. Trabalhar em uma redação não é nada saudável. Sonhamos com pautas atrasadas, convivemos com prazos apertados e estamos expostos à opinião alheia. 

Se não formos responsáveis o suficiente no trato com a informação, os telefonemas de fontes insatisfeitas nos ensinarão a ser. Eu conheço muito bem as minhas atribuições e os abacaxis que eu descasco. Portanto,é direito meu não admitir que quem não é da área queira me obrigar a cobrir o que não é de interesse público.
Gabriela Machado, jornalista diplomada

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terça-feira, 12 de abril de 2011

tem que ver isso aí...


Somos bem informados, lemos de tudo, passamos por mil sites durante o dia [por vezes no mesmo minuto]... mas mesmo assim pecamos em não aplicar muitas das coisas em que 'corremos os olhos' ou que enchemos a boca para dizer por aí. Afinal... para ser nerd/geek há de se ter saúde e pique para aguentar a maratona em frente ao PC. 

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O MAL DOS NERDS

É oficial: ser nerd está na moda. E sabe aquelas coisas de que os nerds vivem reclamando? Tipo dor nas costas, tendinite, dores no ombro? Isso tem nome, é Lesão por Esforço Repetitivo  (LER) ou  Distúrbio Osteomolecular Relacionado ao Trabalho (DORT).

Essas lesões são causadas, normalmente, pela má postura enquanto se utiliza o computador, seja em casa ou no trabalho. Os principais sintomas são formigamentos, dores parecidas com reumatismo ou que dão a sensação de queimadura localizada.

Ritmo intenso no trabalho, postura inadequada, movimentos mecânicos e trabalho por períodos prolongados são alguns fatores que favorecem o aparecimento da LER.

E nerd que é nerd vive no computador, em casa e no trabalho, então, o que fazer na hora em que a dor pegar? O mais recomendado é procurar imediatamente um médico e pedir uma avaliação. Também é bom parar a atividade suspeita de causar as dores.

Na verdade, o melhor a ser feito é cuidar para não ter esse problema: deixar o monitor na linha dos olhos, as mãos quase apoiadas sobre as pernas e o corpo levemente inclinado para trás são algumas dicas para evitar dores indesejáveis.

Traficado do site Vida em Alta

quinta-feira, 31 de março de 2011

visíveis insatisfações

Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente.
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Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. E é também porque sempre fui de brigar muito. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É também porque eu me ofendo a toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. E só porque contive os meus crimes, que eu me encho de amor inocente.
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Talvez eu tenha que chamar de 'mundo' esse meu modo de ser um pouco de tudo.
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Eu que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo me escandalizasse.
*ouvi que esses trechos são de um texto da Clarice Lispector, mas já não acredito mais em nada. ‘Deixa assim ficar  Subentendido’


quinta-feira, 17 de março de 2011

para mais gente


'Em nosso país, uma rançosa tradição beletrista reza que textos sobre o mundo das artes devem ser pomposos, pedantes, retorcidos - numa palavra: ininteligíveis (se fossem duas, a segunda seria 'cafonas'). Escrever difícil é fácil. Escrever bem pode ser um inferno' - The Economist
Trechos traficados da Revista BRAVO!. Janeiro de 2011, ano 13, nº 161

A questão ultrapassa a velha discussão de 'populazirar a cultura', só pelo fato da cultura já ser em sua natureza, popular. Um meio onde todos constroem, para todos absorverem e se aproveitarem dela. Punto y basta!

Custando caro ou barato, sendo para poucos ou para a maioria... não importa é cultura e está aí para ser [perdoe-me o trocadilho] ser cultuada. Não existem várias culturas, ou divisões dela... mas sim formas de nos expressarmos perante dela. E não há uma cultura diferente, e sim desconhecida. Pronta para nos inserirmos nela.

O que abala tudo isso, é sempre ter quem se aproveite do conhecimento, da cultura e da informação para se beneficiar com isso  e, desta forma, cercear outros tantos. Isto há de mudar, assim que insistirmos em não nos rotular.
 

domingo, 27 de fevereiro de 2011

ah, esses aquarianos

Eles são naturalmente assim: 
Têm uma intelectualidade vibrante, são curiosos, cientistas, adoram analisar as coisas, os fatos, teorizar sobre algo ou mostrar um lado da questão que ainda não foi explorado. 

Pessoas de look original, ideias anarquistas, pessoas que mudam o curso da História são de Aquário.
 
As mulheres de aquário, na maioria das vezes, moram sozinhas, tem filhos sozinhas, tem seu próprio negócio.

O aquariano é aquele amigo, super inteligente, que vive criando projetos para uma situação que irá acontecer láááá no futuro.

Na pele do cientista ou reformista social, o aquariano é o grande inventor do zodíaco, um utopista incorrigível, o livre-pensador um tanto aéreo, que nunca desprega a cabeça das grandes e nebulosas causas da humanidade.

Aquário ainda assim é um solitário, que antevê o futuro do que ainda não foi inteiramente criado mas que já pode ser pensado e inventado. 

Sua vida anda meio parada? Traga um aquariano para sua casa, eles não param nunca, sempre estão revolucionando, inventando novidades, realizando reformas ou mudanças no meio social.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

wannabe, Madonna

Exercendo o tráfico livre de palavras, reproduzo aqui um texto do jornalista da Folha de São Paulo, James Cimino. Depois de tanto tempo se 'inspirando' em Madonna, Lady Gaga pediu  uma garoa com vento após a divulgação da sua última música. Ah, agradecimento especial pra Cler que me colocou em contato com esse texto. Afinal, desde a primeira vez  que ouviram [e viram] a Rainha do Pop, todos querem ser como Madonna:

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"Eu nasci assim." A frase não é da canção Modinha para Gabriela, de Dorival Caymmi, imortalizada na voz de Gal Costa. É apenas o título do novo single de Lady Gaga (Born this Way), que acaba de vazar e já causa polêmica por lembrar Express Yourself, o hit de Madonna de 1989 que conclamava a geração oitentista a aceitar apenas o amor incondicional. A canção de Gaga, podem aguardar, vai ser um hit e não é tão ruim quanto se diz, mas trouxe ao Twitter um conflito de gerações. 

Quando tuitei que o novo single de Lady Gaga se chamava "Eu nasci assim: sem criatividade", um jovem seguidor me comoveu com um apelo ao respeito pela nova artista. Em vários "tweets", ele questionou o seguinte: "Qual o problema em deixar que a minha geração sinta tudo o que Madonna fez vocês sentirem? Será que na época de vocês não tinham pessoas criticando Madonna? Nós não temos o que vocês tiveram. É isso." 

A minha crítica não é especificamente a Lady Gaga, mesmo porque, no artigo "Lady Gaga e a Lojinha do Pop", eu festejava a nova diva pop justamente pela maneira criativa como fazia o pastiche dos ícones dos anos 1980 e 1990 em seus dois primeiros álbuns. No entanto, uma coisa se revela após o lançamento do novo single de Gaga e do último disco de Christina Aguilera: falta background a todas essas divas novatas. 

Madonna é fruto de uma geração modernista, que criava sentidos para expressar sua insatisfação contra a ideologia dominante, repressora, castradora. Estudou com a coreógrafa Martha Graham, conviveu com Basquiat e Andy Warhol, tirava notas altas na escola para conseguir dinheiro do pai e sempre usou a sedução feminina de forma a subjugar os homens. 

Foi para Nova York vinda do interior, diz a lenda, com US$ 35 no bolso, morou em espeluncas, trabalhou no Dunkin' Donuts, quebrou a cara e adquiriu experiência. Com base em sua educação católica e em toda a repressão que sofreu no seio familiar, criou sua obra-prima Like a Prayer. Pela necessidade de entender sua maternidade, criou Ray of Light; do medo da velhice e da nostalgia das pistas de dança dos anos 1970 nasceu Confessions on a Dance Floor. Da necessidade de ser dona de seu desejo sexual como são os homens, criou Erotica e Justify My Love, cujos vídeos primam pela sutileza e pelo sugestionamento sexual. 

Não há uma cena de nudez explícita nos dois vídeos, mas não houve menino daqueles anos 1990 que não corrido para o quarto após vê-la simulando masturbação em uma cama de veludo vermelho com os cônicos e icônicos corpetes de Jean-Paul Gaultier. "Eu soube que era gay quando vi 'Justify My Love' pela primeira vez", me disse certa vez um amigo. 

Já Lady Gaga, Britney e Aguilera são da geração pós-moderna, carente de sentido, de ideologia e de educação formal. O caminho aberto por Madonna em termos de comportamento feminino e homossexual deixou essa geração sem ter o que contestar. Quando Gaga diz que "nasceu assim", está falando desses jovens frutos do determinismo histórico de Fukuyama: tudo está feito, estamos presos a nós mesmos e nunca seremos sujeitos ativos sobre nada, porque o problema e a solução está sempre no outro. 

Enquanto Madonna olhava para as tendências musicais do futuro próximo, as engolia, misturava com suas questões existenciais e as regurgitava em algo aparentemente novo, as novatas do pop parecem fazer o caminho inverso e exatamente por isso são classificadas de plagiadoras. Se Gaultier traduzia Madonna em corpetes, Lady Gaga traduz as roupas de Alexander McQueen e as bases musicais de Madonna, do Ace of Base e do Depeche Mode em performance e música. 

Madonna e Michael Jackson eram os ícones que os outros analisavam, discutiam e tentavam decifrar. Lady Gaga e as outras são exatamente o contrário. Artistas carentes de sentido que buscam nos símbolos criados pelas gerações passadas uma substância para sua performance muitas vezes vazia e desesperada. 

Lady Gaga é boa. De todas as que estão aí, aliás, é a melhor. E isso se evidencia quando ela, assim como Madonna, fala daquilo que é sua essência, como em Beautiful and Dirty Rich, Poker Face, Telephone e Paparazzi. Mas se continuar olhando para os sintetizadores dos anos 1990, vai cansar logo. 

Quanto à carência de um ícone para chamar de seu do meu seguidor, recomendo que não tente sentir o que sentimos com Madonna e Michael Jackson, assim como foi inútil à minha geração tentar sentir o que eram os Beatles e os Stones no auge. Esqueçam as divas que não se esquecem da Madonna, vão a uma balada que toque LCD Soundsystem, Scissor Sisters, Cut Copy, La Roux, Hurts, Adele, MGMT, Gorillaz, Cee Lo Green, Janelle Mónae e sintam a boa música pop de sua geração.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Todo poder aos Nerds

Como seria se no lugar da Dilma Rousseff nós elegêssemos um(a) Nerd como Presidente do Brasil? Ia ser bem melhor, pelos dez seguintes motivos:

1) PAC: Plano de Aceleração do Crescimento baixando o imposto sobre o cogumelo vermelho [no game se o jogador captura este cogumelo: Mário crescerá, tornando-se Super Mário];

2) Saúde: aumento da expectativa de vida com a distribuição gratuita de cogumelos verdes [que concedem uma vida extra ao jogador de Mário] genéricos;

3) Ciência: verbas para pesquisa e desenvolvimento de zumbis de verdade;

4) Segurança: treinamento de policiais, ensinando Hadouken e Shoryuken;
 
5) Alimentação: bacon na merenda escolar e imposto zero na Nutella e no Doritos;

6) Água: Coca-cola geladinha direto na rede de abastecimento, saindo nas torneiras de todas as casas do país;

7) Educação: inclusão da disciplina The Big Bang Theory [na imagem: Sheldon Cooper, o ícone da supremacia nerd moderna] desde o ensino fundamental nas escolas;

8) Religião: Fim do Estado Laico e implantação do Jedaísmo [religião baseada nos princípios dos jedis da série 'Star Wars'] como religião oficial;

9) Indústria automobilística: abertura de uma fábrica do DeLorean, gerando empregos, renda e um carro awesome para a população;

10) Vestuário: distribuição gratuitas de paletós, para que todas as camadas da população possam SUIT UP!


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

não desista desta ideia de poder comemorar

   Adoro me surpreender. Não com pessoas, pq gosto de saber com quem lido. Mas sim com coisas. 
  Apesar de ser Jornalista, nunca pensei em lidar com o outro campo da Comunicação Social que é a Publicidade e Propagada, mas fico boba com a criatividade que esse pessoal tem em nos emocionar com imagens, palavras e sons. 
   Uma das minhas diversões é passar horas na frente do PC catando comerciais pra assistir. E me deparei com este da Coca-Cola que está circulando na TV Argentina. Não basta ter um produto que é vendido no Mundo todo, precisa ir além da nossa sede.

Abaixo, reprodução/tradução do texto do vídeo:
____
Baseado em estudo realizado em 2010 sobre a situação atual do Mundo.

Por casa tanque de guerra que se fabrica no mundo... são fabricados 131 mil ursinhos de pelúcia.
Por cada Bolsa de Valores que entra em colapso... existem 10 versões de 'What a Wonderful World'.
Para cada pessoa corrupta... existem 8 mil doando sangue.
Para cada muro que existe... são colocados 200 mil tapetes de 'Bem-Vindo'.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma... existem 1 milhão me mães fazendo pastéis de chocolate.
No Mundo se imprime mais dinheiro de Banco Imobiliário do que dólares. 
Existem mais vídeos divertidos na Internet... do que más notícias em todo Mundo.
No Google, a palavra AMOR tem mais resultados que a palavra MEDO.
Para cada pessoa que diz que tudo vai piorar... existem 100 casais buscando um filho.
Para cada arma que é vencida no Mundo... 20 mil pessoas compartilham uma Coca-Cola. [ok, merchan]

Existem razões para crer em um Mundo melhor!



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

política? poooode.

Quando você é repórter e quer participar da oposição [mas eu prefiro a ideia de política, mesmo]*, não pode usar juízos de valor e nem adjetivos como os grandes articulistas que tem um espaço à sua disposição. O que você pode fazer é organizar os fatos de forma tal que incomodem o adversário. 
[Fernando Gabeira]

*intervenção minha