Páginas

Mostrando postagens com marcador off. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador off. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de dezembro de 2012

dos pequenos presentes

A cada dia, um pequeno agrado. Começa com elogios sussurrados no caminho para o trabalho, umas tantas piscadelas marotas quando um espelho cruza por ela e se segue com longos desejos de um futuro bom.
Não é de nenhum conhecido que surgem estes pequenos mimos de gentileza e encanto, muito menos dos galanteadores (e nada tímidos) rapazes anônimos que testam suas fracas cantadas. O tiro vem dela e o alvo é ela. Sem esperar elogios alheios e cansada das perturbações de quem nada tem de bom a dizer, ela se mune todo o dia de grandes satisfações.

A cara amarrada, o olhar perdido e os dedos que insistem em fazer gestos no ar é a ligeira fuga diária daquela que não se dispõe ao trato de todos e prefere a doce ilusão dos despercebidos. É daquela que só desperta pras coisas do mundo quando a relevância dos assuntos é total ou quando percebe encontrar alguém que precisa de sua doação.

É complicado demais dividir esse seu mundo. Mas, ela insiste! Quer sempre mostrar um outro viés e espalhar suas ideias por aí. Quer mais trazer pessoas para si, simplesmente porque não sabe ser levada. O contentamento é quase maternal quando as expectativas se materializam. A realidade pouca encanta, a sedução fica a cargo do que ela projeta ao seu redor. Fantasias que escancaram sorrisos e convertem emoções.

E como é duro forjar o coração dessa menina.. Ele, como um abraço, é que precisa envolver o objeto de carinho. Quando ganha a atenção, ilumina e traz um conforto necessário. 

Mas, enquanto isso tudo é história. São desses pequenos agrados pessoais, em doses nada homeopáticas, que ela colore seus dias. Uma autoajuda que mantêm o ritmo das emoções.

.

sexta-feira, 16 de março de 2012

de que jeito?

Quando é que as certezas acontecem?

Eis a minha constante inquietação: não saber se estou apostando certo ou se meus pés já apontam para o abismo. Não sei mesmo! Mas é tão delicioso se surpreender com o inesperado.

Pra mim, as certezas surgem quando o coração está leve, as ideias estão seguras e as pessoas colaboram. Ah sim, eu dependo muito das ações e do humor das pessoas que me cercam. Não há jeito, se estão felizes eu pulo junto...mas se a maré tá virada, a coisa fica estranha mesmo. 

Sou delicada para  sensações, quase como um daqueles apanhadores de sonhos, como as esponjas ou até mesmo como os cuadores de café. Pego tudo, sinto tudo e me deixo levar junto. Mas as ondas boas sempre aparecem e fazem valer a pena essa coisa toda de 'ir com os outros'. 


O jeito é saber lidar com os meus sentimentos que se potencializam quando espelhados nos dos outros. Por essa vez, as coisa estão bem. Os passarinhos verdes resolveram passar pelos meus lados e eu pareço saber o que estou fazendo. E me parece ser muito bom.

Andei tomando várias decisões por estes tempos. Algumas delas sem evitar os transtornos, outras me são mais acertadas. Pela primeira vez, nos últimos meses, tenho apreciado uma semana tão decente e valiosa. Com inícios prósperos e finais de ciclos necessariamente  interessantes. Quero mais e quero igual!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

já podem revisar a minha certidão de nascimento

 
Aprender a ser adulto é instigante. Isso digo eu, prestes a marcar mais um ano de vida ao meu calendário. Ainda por este mês começo a operar no sistema 2.5 e esse fato tem me revolteado as ideias. 

As dúvidas que já me estavam bem esclarecidas parecem que acharam uma forma de vigorar nos pensamentos. As forças já estabelecidas, andam se curvando para questões bem duvidosas.



Lí em algum lugar que aos vinte e cinco anos a pessoa já não é mais 'jovem' (seria esse o termo exato? acho que não.. mas enfim.) Que depois desta idade somos reconhecimente adultos (ênfase para essa 'distinção'). 

Mas eis que me pergunto.. o que significa isso? Por acaso agora não tenho mais chances de errar, de fazer brincadeirinhas e descontrações? Será que tenho que deixar de lado as músicas não tão sérias que me dou o prazer de escutar? Deverei dizer que aos sábados pela manhã eu assisto a documentários, e esconder que me delicio vendo desenhos animados? Ou será que tenho que esquecer, lá na última gaveta do armário, as bermudas curtas, os vestidos esvoaçantes e as blusas de um colorido berrante? Quero não!

Digo tudo isso pelo fato de pensar que era assim que uma pessoa de 25 anos deveria agir. Aos meus 15 anos, era essa a minha ideia. Se bem que nem mencionei  que, na minha cabecinha,  tal idade implacaria em estar no auge da carreira, quase uma mulher de negócios bem estabilizada. E, claro, já casada. Se for assim, revisem a minha certidão de nascimento! Nada confere, meus amores.

Ah, amores! Isso eu comento pra vocês logo que o Cara lá de cima entender que eu já sou grandinha o suficiente para cuidar de mim e poder repartir meus quereres com outro alguém. Por ora, é o que temos para hoje.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Não agora, ok?



Deve ser coisa de quem ainda vai mudar de idade esse mês, mas... sei lá, ando tão desconfortável com tudo. Com as pessoas, os afazeres e até com o que me fazia tão bem. Ora, ora...isso de indecisão nunca foi comigo!

O que se fazer quando o desajuste toma as rédeas da consciência? Eu bem sei que não me enquadro nos padrões alinhados que muita gente prega e exige. E que, também, estou bem adequada a muitas questões. Pra que isso agora, hein?! Ando tendo ‘medo’ de gente e das coisas que tenho pra fazer. A questão é que não posso me dar ao luxo dessas coisas. Não agora, okay?

Sabe aquela sensação constante de que se vai fazer algo errado? Pois bem, é nessa função toda que estou enrolada. Não, não tenho nenhuma explicação pra isso. Coisas boas continuam me acontecendo, mas ainda não me caiu a ficha. É uma insegurança nada boa que vem carimbando meus pensamentos e freando minhas ações. Acredito que no momento que eu me sentir mais à vontade essa sensação desapareça. Só que o passar dos meses não vem contribuindo muito. Anos atrás eu pensava que as dores eram um trampolim para novas perspectivas. Já não creio nisso tanto assim.

Tenho pedido muito por segurança, paz e criatividade. Confio nos meus pedidos para me guarnecer de força para encarar essas novidades que a vida tem me apresentado. Quero um tanto de perspicácia também, mas estou esperando um momento menos turbulento para gravar esse pedido nas minhas orações. Sinto como se me faltasse tanta coisa e tanta gente, e que esse espaço vazio estivesse preenchido por coisas que não são minhas. De fato, eu tenho me desapontado e não gosto nada disso. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O que é pra se dizer



Aqueles que têm o poder de querer, de pedir e de apontar o escolhido, me deixam intrigada. Eu também tenho esse poder. Muita gente tem. Outros, nem sei. Mas será que sabem escolher direito? Meu medo é esse.

Fazer as coisas certas é muito estranho. Tem como saber? Alguém diz pra gente sempre como é? Diz? Me conta!! Tá me faltando muito isso, saber. As coisas que acho parecem estar muito confusas. Demais.

Tem gente me olhando torto o tempo todo. Gente que me aponta o dedo, que me encara e até tropeça em mim por gosto. Mas não diz nada. Morderam a língua dessa gente?

Por favor, parem de abrir a boca só para me botar a língua pra fora. Abram essas bocas e me digam algo. Me digam que estou ótima. Ou que já cai do precipício. É sério, não sei mais ver a diferença.


sexta-feira, 24 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

como são as discípulas do vento

   Sou uma pessoa que adora descrições. Me afirmo no deleite de saber o que pensam sobre mim. O meu espelho é turvo e, por vezes, assusta-me. Definiticamente o que vejo de mim não é a visão dos outros. O que me tranquiliza é que isso acontece com toda a gente. Ufa!
   Não que eu acredite em Horóscopos, ou desenhe a minha vida através deles. Mas me divirto em saber o que dizem ou prevêm. E como sou curiosa que sou, qualidade (?) das Aquarianas, encontrei essa descrição sobre as mulheres de vento. Apreciem. E aprendam... ;)
A Aquariana...

Quando estão amando (veja bem, eu disse a-man-do mesmo) as aquarianas são extremamente fiéis. Pode confiar. Bem, mas não vivemos num mundo perefeito né verdade? Compensando sua dedicação, a aquariana é dotada de um alheamento e falta de emoção em relação às pessoas, que é de se apostar todas as suas fichas como ela não está tão afim de você. Mas ela está. Basta deixar que ela se envolva com sua deliciosa lista de 6 bilhões de assuntos que ela precisa pesquisar e descobrir. Bem como seus outros 6 bilhões de amigos (um em cada canto do universo). O maior erro que você poderia cometer na sua vida seria amarrar os pés das discípulas do vento, ao pé de uma cama.

Acostume-se. Passe a encarar com naturalidade o fato de que ela pratica capoeira, lê livros em cima da árvore (não embaixo), e decide passar as férias trabalhando como voluntária da Cruz Vermelha. Lembra quando você a viu na TV amarrada na árvore que iam derrubar? Pois então. Achei normal. Ela é a única por onde passa a ideia de perseguir uma estrela cadente, enquanto todos os outros estão concentrados em realizar pedidos. E olha que eu ainda não cheguei no principal.

A aquariana não pertence a ninguém porque ela é de domínio público. Elas insistem e precisam ser livres. No entanto, a pessoa que aceita os seus termos, terá sua profunda admiração e devotamento. Ela sabe que não é fácil. Devo dizer que paixão realmente não é o forte delas. Passam longe do que são as mulheres de escorpião. Serão como borboletas, imprevisíveis, vivendo de acordo com seu próprio código, em sua trajetória singular. No fim da história, ela sofre de um medo secreto de se apaixonar demasiadamente por alguém e acabar negligenciando o mundo e todas as outras pessoas que precisam dela, e vice-versa. Basta dizer que ela é a esposa perfeita para um piloto de avião.

Seu temperamento, bem como o amor que dedica, é definidamente impessoal. A aquariana ama mais a humaninade do que o ser humano. Então elas não demonstram o que estão sentindo muito facilmente. As palavras com as quais elas expressam o seu amor são frustrantemente limitadas. Ela pode ser como um flamingo posudo e elegante nas mais diversas situações, mas em matéria de amor ela se transforma num ogro estabanado. É muito comum que ela viva confundindo amor e amizade tamanho seu desligamento com questões de espécies mais quentes, digamos assim. Há muita coisa linda e maravilhosa pra se ver por ai do que sua cara todos os dias.

É dificil, eu sei. Mas se você está apaixonado por uma mulher dessas há de reconhecer: nunca você acreditou tanto em mágica como acredita agora. É nítido como as aquarianas realmente se destacam, não pelo brilho como as leoninas, pelo sucesso como as capricornianas ou pelo apelo irresistível das mulheres de escorpião. As aquarianas são a cereja do bolo simplesmente porque elas não fazem parte daquele lugar.

Ela é internacional, onde quer que ela esteja.

Não é ótimo? Você pode ter um produto importado, que prevê o futuro, sabe de tudo que está acontecendo e que ainda te ama nos dias em que você se sente menos amado. Tudo isso pelo preço de você não ser tão conservador e reservar sempre uma boa mente aberta.

Eu queria. Você não?

 .

sábado, 21 de maio de 2011

pegue pra você

ontem ganhei uma flor. não reclamei. estava feliz demais pra rebater esse tipo de despautério contra os meus gostos.

a provocação foi óbvia. mas veio de uma pessoa que me garante mais alegrias e satisfações. deixar passar a brincadeira, larguei a flor num canto. 

no outro dia lembrei dela, quase se apagando. ao contrário de mim, que brilhava. fiquei com pena dela, tirada do seu lugar para agradar outro alguém. ou não, pq flores a mim não agradam. mas enfim, coloquei-a para repousar na água e sentir a vida de volta. 


sei que ela não vai durar muito, é assim com quase todas. mas eu, aah... eu sei que essa foi a única flor que não fez me fez reagir com desaprovação e furiosa com a obviedade das pessoas. enfim, fiquei feliz por ganhar um flor. mesmo que não possa contar muito com ela.

nn

sexta-feira, 20 de maio de 2011

o bem que o bem faz


Coisas boas acontecem sempre, mas tem vezes que as coisas 'más' ou 'não tão boas' acontecem em mais quantidade que você não consegue nem perceber o bem agindo. E com a correria dos dias você acaba levando mais em conta o que não deu certo, do que aquilo que aconteceu de maneira legal. 

É assim com quase tudo, ninguém nota que a casa está limpa e cheirosa... mas deixa uma coisa desarrumada ou um móvel fora do lugar que o gritedo acontece. Comida quentinha e à disposição poucas vezes recebe um elogio, mas quando vem fora de hora ou não tão bem preparada é motivo de toda a atenção e reclamação.

Estamos tão acostumados a ser bem tratados que deixamos de valorizar o bem que as pessoas fazem pra gente. Esquecemos de agradecer o carinho. Deixamos de responder ao 'bom dia' que recebemos. Não podemos nos acomodar com o bem, pq ele é o diferencial. É ele que nos faz levar a vida feliz e de forma tranquila. É o que nos livra do caos, o que nos faz sorrir.

Posso dizer que vivi tempos de nuvens negras, e sei que dizer EU TE ADORO e EU TE AMO é uma salvação. Sei também que sorrir é uma benção e que poder abraçar quem gosta da gente é um presente. A luz no fim do túnel existe sim, mas ela não está só no fim do túnel.. ela está em cada caminho que cruzamos, em cada pessoa que conhecemos. Por vezes ela se apaga, mas o tempo é um bichinho maroto que gosta de brincar de esconde-esconde conosco.

Uma coisa certa que ouvi por aí, e tem significado muito nesses últimos dias em que as coisas parecem estar fora do lugar é: 'onde o bem se cala, o mal toma conta'. Isso é fato... Mas onde o bem age, o mal se esgueira e não sabe o que fazer. Ele anda cego, tateando o caminho e sem saber como proceder. Uma hora acerta no alvo pretendido, mas em outras tantas se enrosca em suas próprias garras e cai. E quando isso acontece a vida volta ao seu ritmo

E outra... os passos de quem faz o bem não se apagam. Porque ele leva, ao seu lado, outras tantas pessoas. Nunca anda sozinho. E nunca vai andar.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

um dia desses


é sempre como dizem, quando menos você espera... as coisas acontecem.
ao menos nos meus pensamentos muitas e muitas coisas aconteceram nesses últimos dias. fora deles, elas estão aguardando pra se concretizarem. afinal, não há nada como as rédeas soltas da nossa mente pra nos levar ao fim das situações antes mesmo delas começarem. pré-julgar é feio, mas pré-sentir não é não. e se o que você planejou, viu e reviu em tantas dimensões... nem acontecer. Relaxe, você [e só você] já viveu um momento único e fora de qualquer compreensão dentro da sua mente. 

Eis que 'These Days', uma das músicas do último ábum do Foo Fighters, foi como o apontamento de muita coisa que ando sentindo. Uma impressão que não é só minha.
Um destes dias, o chão vai cair debaixo de seus pés
Um destes dia,o seu coração vai parar e jogar sua batida final
Um destes dias, os relógios irão parar e o tempo não vai significar uma coisa
Um destes dias, as suas bombas vão cair e tudo será silêncio

Mas tudo bem...
 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

vá entender!

eu aqui, escrevendo uma matéria sobre a importância do café da manhã. como é bom pra nossa saúde começar o dia bem alimentado e blá, blá, blá. mas continuo dando play nas minhas manhãs sem frutas, pãezinhos, uma xícara de leite ou suco. 


grande formadora da opinião que quer apontar para os leitores uma maneira saudável de guiarem suas vidas, e continua abortando essa prática e se atirando no chimarrão como forma de 'alimentação' matinal.

é isso pessoas, já dizia o 'outro': casa de ferreiro, espeto de pau
vá entender!

segunda-feira, 28 de março de 2011

com os pés [beem] no chão


é assim que eu gosto de passar os dias quentes, de pés descalços. por ter sido criada meio campo a fora sempre fui adepta em andar de 'pé no chão'.

dentro de casa o hábito se perpetuou. e até hoje é só eu colocar os pés pra dentro da porta que voam meus sapatos, fora as vezes em que as escadas já viram palco deste cena.

não sei que sangue japonês corre nessas minhas veias luso-hispânicas-indígenas, que me fazem guardar os sapatinhos na entrada de casa e ficar limpando o chão com meus pés [nas palavras da minha mãe].

com o outono chegando aí e o frio também, eu continuo assim. mas de meias ;)

sábado, 26 de março de 2011

estouros e fumaça


Os publicitários do Guaraná Antarctica que me desculpem.
Mas o meu programa legal é pipoca com café. Só comigo.
Sem mais!


quinta-feira, 24 de março de 2011

desassosegos


Ando assim, às avessas. Insistindo em não rever situações e guardar a minha presença. Um tanto protegida das coisas que eu posso fazer se continuar pensando demais. Ajudaria se eu interagisse mais e descobrisse que tem depois de todo esse escuro. Mas, por estes dias, a palavra ansiedade terá como imagem ilustrativa uma foto minha.


segunda-feira, 21 de março de 2011

pétalas à distância

evito as flores, pois ainda mal sei cuidar de mim.

elas são como filhos radiantes e coloridos com os quais não sei lidar.

prefiro que fiquem em seus jardins, nas suas árvores e nas casas alheias.

são os pequenos bebês, rechonchudos e rosados, coisas lindas de se olhar... mas são amáveis assim por não sermos nós a cuidá-los.

sábado, 5 de março de 2011

Na contramão do Carnaval


Quando o lazer e a diversão acontecem longe da folia, não faltam alternativas
           
No lugar dos pandeiros, mapas turísticos. As mulatas e a agitação das quadras de samba são trocadas pela tranquilidade do campo. Ao invés das marchinhas de Carnaval na ponta da língua, o que se escuta é o som das orações. O tradicional desfile das escolas de samba na telinha é substituído pelos DVD’s de filmes. É nesse ritmo que muitas pessoas abandonam a correria das festas do Momo e vão à procura de outros programas de lazer. Todos com um único objetivo: fugir do Carnaval.

Para essas pessoas, o Carnaval é visto apenas como mais um feriado no calendário do que a maior festa popular do mundo. Seja pela oportunidade de folga que o evento proporciona ou pelo desinteresse de participar da festa. Eles estão nem aí para o que muitos veem como o principal evento do ano.
Uma das alternativas então é se refugiar de tudo isso. Às vezes não é preciso ir muito longe para aproveitar esses dias distante da agitação da cidade. O melhor jeito de para passar o Carnaval, é longe dele. E por vezes não precisa ir muito longe para isso, um rapaz me contou que vai junto com uma turma de amigos o rio Buricá pescar. E sem fazer muita questão da folia do Carnaval, garantiu: “Geralmente pescamos muitos peixes”.
Outros estão buscando mais do que um simples afastamento geográfico ao primarem pela busca espiritual. Todos os anos cerca de 120 jovens da Igreja Batista se encontram em uma chácara bem nos dias de Carnaval. Segundo o Pastor da Igreja, o retiro espiritual não deixa de lado o lazer, pois à disposição do grupo estão palestras, músicas, jogos e piscina.
É nosso papel conscientizar que o Carnaval é uma festa da carne que tem consequências, gente bêbada, gente que morreu ou que ficou grávida. Queremos evitar esses resultados, por isso temos essa proposta mais saudável de festejarmos”, comentou o Pastor. 
E há os que encontram nas suas próprias casas um refúgio, mas nada de assistir à programação carnavalesca na televisão. O que distrai esse público nada animado com a farra que está acontecendo nas ruas e clubes são os filmes e séries em DVD ou na televisão.
Afinal, o que vale é se divertir. Seja no meio da folia ou deitado no sofá comendo pipoca.

sexta-feira, 4 de março de 2011

bloco do eu sozinho

Pra mim, carnaval só pela TV. 
Já se foi o tempo que eu catava lantejoula na avenida do samba.
Brilhava nos camarotes.
E festeava pelos clubes!
 
Amo Carnaval, e já participei de diversas formas de aproveitá-lo [ok, ainda falta a tal da micareta]. Mas ando mais na vibe 'bora ficar encantada com a criatividade das escolas de samba pela TV'.
Um carnaval suuuper divertido a todos. E aos que não gostam da folia, bom livro, bom passeio, boa viagem ou bom filme.
 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

essas facilidades nada fáceis

Neste Mundo há quase tudo para os que vivem sozinhos. Há comida em pequenas unidades que chegam a vir semi-prontas, é só colocar no forno/microondas ou então adicionar água quente, que... voilá temos a refeição do dia. Leite sobrando na caixinha? Que nada! As de 1 litro agora têm suas versões em miniaturas de 500ml. Ah, essa mordomia industrializada. 

Encontramos meia-dúzia de ovos. Uma fatia de pizza congelada (é isso mesmo, uminha meu povo). O lema das bolachinhas recheadas não é mais o 'vai uma e vem 18', agora é: 'vai uma e vem cinco', quanta redução pra agradar o consumidor que não quer nem dividir o recheio. Até as embalagens de Coca-Cola estão fazendo reverências à essa fatia de seu público, vocês já viram as mini garrafas e latinhas que mais parecem itens de colecionador de miniaturas? Ainda vou presentear um engradado dessas coisas pequerruchas quando eu tiver um aniversário de criança pra ir, tenho certeza que vai agradar!

Há de tudo um pouco no gênero de suprimentos, higiene, limpeza e mobiliário para quem mora sozinho [e mais ainda pq não tempo pra quase nada]. Como bem disse a oferta é grande, meus caros. 

Só não há pregos. E ai de quem diga: "Que isso!? Procura direito que tu encontra". Não há, e repito: Não existem pregos em pequenas quantidades a venda. Eles vêm às centenas e aos milhares dentro de saquinhos transparentes. Eu, que tou com uma leve porção de quadros e badulaques guardados pela casa por não ter como colocá-los nas paredes, não sei mesmo o que fazer com a compra de mil pregos. Ou que seja, 50 deles. 

Quero só colocar umas fotos  de quem eu gosto para poder olhar, um relógio na cozinha não perder o tempo dos meus pratos e um móbile pra enfeitar meu quarto. É pedir demais pra indústria de ferragens comercializar embalagens com menos de meia centena de pregos? Agradecida.