sexta-feira, 22 de julho de 2011

são tempos difíceis para os sonhadores...

   Sempre digo que muito do que sou devo às pessoas que embarcaram nessa de compartilhar suas vidas e experiências comigo. Acredito que a gente absorve muito das pessoas que estão à nossa volta, o jeito é focar nas coisas boas.
   Tenho uma GRANDE sorte de sempre me munir de amigos maravilhosos ao meu lado. É com eles que aprendo muito. Algumas dessas partes de mim foram super bem influenciadas pela Gabriela Machado, essa guria com opiniões ardentes e com comentários geniais. A Faculdade de Jornalismo uniu nossos pensamentos e ainda intencionamos viver do Opinativo
   Enquanto isso, vamos emitindo nossas ideias para quem aceita nos ler. E é por isso que trafiquei aqui pro blog um texto que a Gabi publicou na sua página do Facebook. Sei bem como é passar pela situação descrita no comentário, muitos sabem!




Antes de entrar pra faculdade, eu achava que qualquer um podia ser jornalista, mas os muitos canetaços que eu tomei me fizeram mudar de opinião. Dominar a ortografia não é o suficiente. É preciso treinar a sensibilidade, lidar com gente mal-criadas, passar vergonha e fazer com que coisas chatérrimas fiquem interessantes o suficiente pra vender jornal. 

Meus colegas vão entender do que eu estou falando: é daquelas pessoas que acham que sabem comunicar tão bem quanto um profissional, e no final das contas, são incapazes de julgar se um texto é bom ou ruim. Trabalhar em uma redação não é nada saudável. Sonhamos com pautas atrasadas, convivemos com prazos apertados e estamos expostos à opinião alheia. 

Se não formos responsáveis o suficiente no trato com a informação, os telefonemas de fontes insatisfeitas nos ensinarão a ser. Eu conheço muito bem as minhas atribuições e os abacaxis que eu descasco. Portanto,é direito meu não admitir que quem não é da área queira me obrigar a cobrir o que não é de interesse público.
Gabriela Machado, jornalista diplomada

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

acontece com Madonna


A história é simples, comum. Quase corriqueira!

Madonna entra numa igreja, liberta um santo que vira gente, pega um punhal, sangra a palma da mão e aparece um coro no altar cantando:

'Just like a prayer, I’ll take you there. It’s like a dream to me'
Assim como uma oração, eu te levarei lá. É como um sonho para mim

Bom, ao menos é assim que funciona o clipe de Like a Prayer


sexta-feira, 8 de julho de 2011

bendizendo-me

'É que esta criatura, adorável, divina,
Nem se pode explicar, nem se pode entender:
Procura-se a mulher e encontra-se a menina,
Quer-se ver a menina e encontra-se a mulher!'

[ menina e moça ]
Machado de Assis
 
 
 
 

domingo, 3 de julho de 2011

um dos guerreiros da pátria pampa

   Cá estou eu propagando o tráfico de palavras que bem deve acontecer. 
   Sou uma tradicionalista [e bairrista quando se trata do meu Alegrete]. E como uma boa alegretense, tenho um certo 'pé atrás' com os hermanos da cidade ao lado.. Uruguaiana, que chamamos com carinho de 'vila mais bem cuidada do Alegrete'. Pois bem, ainda há uruguaianenses que me encantam. 
   Um deles é o Pirisca Grecco, um baita músico, letrista e propagador da nossa cultura. Destaco aqui uma entrevista que o Portal Sul 21 fez com o taura. 


Capa do CD 'Clube da Esquila', com Pirisca Grecco como modelo de tosa

Pirisca Grecco: identidade gaúcha, passaporte para o mundo
     O músico Pirisca Grecco nasceu em Uruguaiana, no ano de 1971, na mesma semana em que a cidade assistia à primeira edição da Califórnia da Canção Nativa, o pioneiro dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul. Aos 40 anos, a Califórnia está parada. Pirisca, muito pelo contrário.
     Colecionador de troféus Açorianos de intérprete regional, Pirisca anda com a cabeça no mundo. Com o projeto “Clube da Esquila”, que vem sendo realizado no bar Dhomba, em Porto Alegre, ele convida músicos de naipes diferentes e tenta se afastar da eterna ronha estética que envolve a música regionalista e as limitações impostas pelo tradicionalismo. “Tenho carteira de identidade gaúcha e passaporte para viajar a qualquer lugar do mundo”, reivindica.
    De lenço no pescoço e bombacha, o músico regionalista empunha sua guitarra sem maiores preocupações em definir que estilo representa, se está ofendendo os rígidos preceitos tradicionalistas ou se, por outro lado, está agradando ou não os ouvidos mais urbanos. Não é pouca coisa em um meio musical marcado pelo conservadorismo dos que estão dentro e o preconceito dos que estão fora.
    Se não é inédita a proposta de misturar o regionalismo com tendências universais, é notável o desprendimento com que Pirisca se dedica à música, sem afetações, preconceitos ou restrições de quailquer ordem.
   - Eu percebo a gauchada acomodada. É mais fácil achar do que fazer. Já aconteceu de me perguntarem o que eu acho da minha música: eu não tenho tempo de achar. Eu faço. Às vezes, pro gaúcho, é muito mais fácil achar do que tomar uma atitude.
    Pirisca Grecco é um músico regionalista do Rio Grande do Sul. Carrega o sotaque da terra natal; usa boina, lenço e bombacha; canta os “costumes do meu pago” e regrava Telmo de Lima Freitas, mas faz jus ao passaporte para o mundo. Com a “Comparsa Elétrica”, toca clássicos regionalistas e envereda para músicas que mais parecem um rock salteado com vaneirão. “Eu sou um gaúcho rock and roll”, define.
   - O artista não pode ter esse tipo de preconceito. Eu não posso botar um limite na minha composição. Eu quero, quando o Lenine vier a Porto Alegre, que ele saiba que existe o Clube da Esquila e toque com a gente. Quero que o Yamandu Costa nos visite, que a Maria Rita passe lá para cantar. Faço música para todos.
   Defensor da espontaniedade, pouco afeito a rótulos mas, ao mesmo tempo, tranquilo e convicto de que faz música gaúcha, Pirisca Grecco é também um ativista da música regional. No Twitter (@piriscagrecco), lançou uma “campanha” para cada músico replicar as agendas dos colegas. Anda pensando em movimentar músicos uruguaianenses para reativar a Califórnia, que vive mais um período de crise. E se prepara para lançar o disco do “Clube da Esquila” ainda este ano.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

das boas escolhas

comentário que me obrigo a fazer:

se eu não sei nem escolher uma cuia direito, pra tomar chimarrão. como é que vou saber escolher um namorado?!

como proceder neh?!