quinta-feira, 22 de novembro de 2012

profundos quereres



"quero café, cafuné e confiança"
 

Por hora, o que tenho tido tá dentro desses eixos:
Café, todo dia.
Confiança quase sempre.
Mas, cadê cafuné... hein?


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

dos caminhantes



    Torço pelas pessoas que querem vencer. E mais ainda para que, em seu caminho, elas não só olhem para frente, mas também para os lados, só para admirar as lindas paisagens que esse mundo tem a oferecer.
                        [Bruno Astuto]

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ninguém morre só de tentar

Daquelas coisas que quero tanto dizer, mas os outros já fizeram brilhantemente por mim.
Texto da Renuska Celidonio, publicado no A CALCULISTA,  que dá vontade de tatuar na alma.


Tinha conseguido um gole do copo que cobiçou por tanto tempo.
E sentiu o gosto da possibilidade, mas sem matar a vontade de ter tudo pra si.

Custava a dormir, sempre tentando entender o que a mente parecia querer lhe explicar. Não era simples, e armadilhas tolas a pegaram no caminho.

Quando acordava, queria marcar um dia a menos no calendário, mas talvez pudesse ser um dia a mais.

Um dia a mais tentando superar, um dia a mais tentando mudar, um dia mais simplesmente tentando.

Ninguém morre só de tentar.



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

de seguir em frente

"Como lidar com quem não sabe lidar com a gente?", eis o maior questionamento dos meus dias. Eu, que me criei entre os de coração bom e de pensamentos generosos, ainda me sinto envolta de receio ao tratar com as pessoas que parecem nem querer estar na mesma sintonia em que me encontro.

É duro querer ser toda afeto, quando o desdém é a vestimenta dos estranhos. 

Estranhos! Esta palavra sim que me parece estranha, pois...para mim, nunca fui estranha à ninguém e nem deixei as pessoas se tornarem isso para mim. Nunca fui de extrema meiguice, mas jamais deixei de andar abraçada com o carinho e o bem-querer. Sou coração antes de tudo.

Já deixei futuros promissores e promessas de constância, simplesmente por não querer andar com o coração apertado. Prefiro saber que o que me acelera é o olhar dos que  amam, do que a certeza das palavras do interesse.

Por querer dias de abraços e formas diversas de afeto, que eu insisto em ser esse tanto de leveza. Se provocar sorrisos e desbravar sentimentos é isso, que seja então. Por certo, este é o meu jeito de encarar as tempestades e de fazer menos efêmeras as delícias que me são compartilhadas.