quinta-feira, 8 de novembro de 2012

de seguir em frente

"Como lidar com quem não sabe lidar com a gente?", eis o maior questionamento dos meus dias. Eu, que me criei entre os de coração bom e de pensamentos generosos, ainda me sinto envolta de receio ao tratar com as pessoas que parecem nem querer estar na mesma sintonia em que me encontro.

É duro querer ser toda afeto, quando o desdém é a vestimenta dos estranhos. 

Estranhos! Esta palavra sim que me parece estranha, pois...para mim, nunca fui estranha à ninguém e nem deixei as pessoas se tornarem isso para mim. Nunca fui de extrema meiguice, mas jamais deixei de andar abraçada com o carinho e o bem-querer. Sou coração antes de tudo.

Já deixei futuros promissores e promessas de constância, simplesmente por não querer andar com o coração apertado. Prefiro saber que o que me acelera é o olhar dos que  amam, do que a certeza das palavras do interesse.

Por querer dias de abraços e formas diversas de afeto, que eu insisto em ser esse tanto de leveza. Se provocar sorrisos e desbravar sentimentos é isso, que seja então. Por certo, este é o meu jeito de encarar as tempestades e de fazer menos efêmeras as delícias que me são compartilhadas.


5 comentários:

  1. Infelizmente, certas pessoas transferem para os outros, a amargura que trazem na alma! Se elas, ao menos, dessem um sorriso, veriam como se sentiriam melhor. Quando você sorri, mesmo estando triste, está abrindo as portas da sua alma para as energias positivas. A simpatia vem junto com o sorriso.A expressão dura na face, os lábios cerrados afastam as pessoas. Ninguém se aproxima. Tristeza atrai tristeza. O sorriso não convive com a tristeza. Ele atrai alegria. Continua semeando afeto e alegria, Márcia, que colherás afeto e alegria , ninguém resiste a um sorrisão! Parabéns e um beijão.

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  2. Tens um dom, escreves muito bem.

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