sábado, 14 de julho de 2012

abraçando hiatos

Andei esquecendo de mim. Foi por gosto tudo isso, um certo descaso premeditado e preciso. Do lado bom da coisa, devo esclarecer.

Deixar que a correnteza das lágrimas que já choramos faça o trabalho de levar tudo que construímos em pensamentos, e que não resistiram aos primeiros sopros de realidade, é uma tarefa que alivia e conforta. Sempre é!


Vale muito fechar os olhos e tapar os ouvidos, parar um pouco de ouvir os gritos da gente para deixar que o som dos novos pensamentos sejam o ritmo da nossa vida. É mais que sagrado, alimenta a alma e motiva sonhos.

Hibernar como os ursos e os parreirais. Levantar com fome de conquistas e pronto pra produzir as mais finas ideias. Criar a criatividade no ócio das tardes de ventania.

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